Um filme para guardar…

12 ago

Demorei bastante para conseguir assistir esse filme, já que quando ouvi falar dele há tempos atrás, sempre o associava uma pessoa que foi um divisor de águas na minha vida.
Um rapaz, que assim como eu, ama a natureza, a liberdade, a rouquidão incrível e as letras vibrantes sentimentais do Eddie Veder, autor de toda a trilha sonora do filme.
O filme é uma lição de vida daquelas que te deixa pensativo e ajuda a reavaliar as escolhas cotidianas. Into The Wild conta a história real de um jovem que larga tudo em busca da liberdade, natureza e autoconhecimento viajando durante 2 anos pela costa norte-americana rumo ao Alasca.
Para mim, Into The Wild não é apenas mais um filme que grita liberdade, é um retrato da minha ilusão adolescente de que a fuga era a única solução para os problemas, e principalmente a víscera necessária à mínima compreensão da grandiosidade da natureza perante a nossa mera existência. Mas não vou limitar o filme assim, paro as minhas impressões por aqui, e deixo o convite para que vocês assistam sozinhos ou acompanhados, imersos em suas próprias fugas, sonhos e ilusões assim como eu fiz! Depois me contem o que acharam e sentiram.
Para ele, depois do filme resolvi mandar um sinal de fumaça, e tenho certeza de que vai adorar o filme e da trilha sonora!

 

PS.: Apesar de gostar muitíssimo de escrever, sinto falta nesse blog de um espaço de discussão de outras coisas que movem meus dias.
A partir de hoje, passarei a intercalar meus textos com todas as coisas que transformam a minha forma de pensar o mundo e fazem meus olhos brilharem. Assim, além de trocar informações com vocês, conseguirei atualizar o blog com mais freqüência. Espero que gostem!

Beijos aos queridos! Liberdade e natureza para todo e sempre!

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13 Respostas to “Um filme para guardar…”

  1. pedro favaro agosto 12, 2008 às 11:58 pm #

    Passei muito tempo chocado depois de ver esse filme.
    Não consigo entender a imensidão da liberdade de se livertar de você mesmo.

    Pedro!
    Você usou a palavra exata, eu também fiquei chocada, pensativa..
    Não consigo entender também, as vezes me sinto tão presa com os pés no chão e a cabeça no espaço…
    Beijos
    Déh

  2. Sérgio Vinícius agosto 13, 2008 às 12:25 am #

    Excelente filme. Assim como a trilha sonora. E assim como seu blog.

    Gostei dos textos.

    Sérgio!
    Surpresa boa, você por aqui!
    O filme é incrívellllllll mesmo!
    Adorei seu site tbm, depois passo mais por lá!
    beijos
    Déh

  3. Renata agosto 13, 2008 às 10:41 am #

    Parece um tema diferente dos convencionais, e pelo que você disse, vale tirar um tempo para vê-lo. Boa dica.
    Beijo.

    Depois me conta, heim!rs
    Beijos
    Déh

  4. ♥ Lyani agosto 13, 2008 às 2:19 pm #

    Hum não tinha ouvido falar ainda do filme, e agora fiquei com vontade de ver…
    Assim que assistir, escrevo pra contar!
    obrigada pela dica!
    bjos

    Conta mesmo! Quero muito ouvir outras impressões!
    Bjos
    Déh

  5. w.Moscolini agosto 13, 2008 às 8:37 pm #

    Não conheço este filmo… vamos ver se ele é realmente muito bom!

    Depois me conta o que achou!
    Beijos
    Déh

  6. Osimar Medeiros agosto 14, 2008 às 12:03 pm #

    Qualquer lugar é lugar pra uma fuga intimista. A solidão do quarto, a vastidão da natureza, a loucura do trânsito.

    A fuga está nos olhos. É neles que nos refugiamos.

    Beijoca. Como sempre, muito bom isso aqui.

    Osimar!
    Adorei a sua colocação…
    Como diria a querida Marisa Monte…Meu infinito particular, não é mesmo?
    Com a maturidade aprendi a contemplar e comemorar meus momentos intimistas em que sou a melhor companhia que posso ter…Em casos como este, penso que essa fuga é na verdade a tentativa de fugir de nós mesmos, e que este é o único caminho que não podemos fazer…
    beijos
    Déh

  7. Sweet T agosto 14, 2008 às 8:10 pm #

    Esse filme é um tapa na cara
    Não sei se ainda consegui absorver todos seus ensinamentos, provavelmente nem em 20 anos terei o mesmo desapego
    Já está entre os meus favoritos… aqueles que você nunca cansa de ver…

    Bjs

  8. Pedro agosto 14, 2008 às 11:23 pm #

    O que eu achei incrível nesse filme é como libertar de si mesmo pode ser extremamente angustiante.

  9. DAF™ agosto 15, 2008 às 2:07 am #

    Débora,
    Tenho uma amiga que certamente virá comentar aqui sobre o efeito desse filme nela depois que o recomendei.

    Ouvi toda a trilha sonora desse filme antes de vê-lo. Fiz questão de fazer isso quando percebi que ela já é uma obra à parte (mesmo que totalmente conectada com o filme). As letras das músicas do Veder são de uma sensibilidade cortante que impressiona! Além da beleza ao ouvi-la.

    Ainda quero escrever mais aqui sobre o que achei do filme. Adianto que deve ter a ver com essa cena:
    “- Filho, de que diabos está fugindo?

    – Sabe, poderia lhe fazer a mesma pergunta. A diferença é que já sei a resposta.

    – Sabe, não sabe?

    – Sei, Sr. Franz! Tem de voltar ao mundo. Sair daquela casa solitária, da sua pequena oficina. Voltar à estrada. Sério.

    Vai viver muito tempo, Ron!

    Devia fazer uma mudança radical no seu estilo de vida.

    Quero dizer, “o âmago do espírito do homem advém de novas experiências. ” “

  10. Élida agosto 19, 2008 às 5:56 pm #

    Vi o filme por indicação de Dani e foi mais um presente.
    Ainda penso todos os dias na importância de me libertar de coisas desnecessárias, são elas que me faz sentir presa. As coisas desnecessárias as quais me refiro não apenas materiais, são também mágoas, preconceitos, medos, vergonhas, infelicidades, ou seja, sentimentos desnecessários que por muitas vezes cultivo como forma de defesa e que acabam me colocando numa prisão. Lembro-me que nesse mesmo diálogo acima descrito por Dani, Sr. Franz diz que quando se perdoa a luz divina incide sobre a gente.
    O filme toca num ponto que há muito me preocupa não ter que ser isso ou aquilo, não ser mendigo ou padre ou médica ou presidente da república, ser Élida. Assim, percebi que a liberdade que quero pra mim é a de ser eu mesma, nem mais nem menos, e poder compartilhar isso com as pessoas, já que, segundo Christoffer “A felicidade só é real quando compartilhada”.

    Aviso: quem ainda não foi ver o filme, leve uns lencinhos para depois que acabar.

  11. Girassol setembro 2, 2008 às 5:37 pm #

    Oi Deh,

    Obrigada pelo comentário no Transmutando, muito bem vindas suas palavras!
    Gostei desse post sobre o Into the Wild. Ainda há ecos do impacto do filme dentro de mim, principalmente em relação a natureza, coisa que amo demais (concordo com a frase do Lord Byron no início do filme). Escrevi 2 posts sobre ele, depois dá uma olhadinha.
    Vou colocar seu link por lá, blog muito sensível e autêntico o seu, adorei.

    Uma ótima semana pra vc também, vamos seguir nessa troca!

    bjs

  12. Ana Maria setembro 15, 2008 às 11:47 pm #

    Achei uma “crônica” (?) de 2007 agora por aqui…

    “O encontro”

    o título ficou dúbio com a situação a qual me encontrei em total satisfação ao ler tamanho talento.

    Bjocas!

    Ana!
    Muito obrigada pelo carinho! Gostei muito do seu blog tbm! Espero que o meu blog possa proporcionar ainda muitos encontros, espero vê-la de novo por aqui!
    beijos
    Déh

  13. osvjor setembro 30, 2008 às 4:02 am #

    também gostei muito desse filme (como já havia gostado do livro) e achei estranho que a crítica e amigos da minha faixa etária tenham achado ruim. não vou dizer que o filme pra mim é uma lição de vida, porque não foi por aí que ele me agradou, talvez por eu ser já um velho (pelo visto vc é bem jovem). uma das coisas que mais agradaram é que, em comparação com o livro, pelo menos, uma história trágica é contada de uma forma não-trágica. como se aquele menino, em sua vida curta, tivesse cumprido uma missão, que era levar amor, atenção, compreensão, afeto a um monte de gente. gostei da adaptação do Sean Penn. nota 10.
    abs

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